Visão geral
Eventos climáticos extremos colocam pressão sobre municípios e governos. Chuva, temperatura, rios, relevo, ocupação urbana, infraestrutura, defesa civil, assistência social, saúde, educação e orçamento produzem informações que precisam ser analisadas em conjunto.
Esta palestra apresenta a orquestração de dados climáticos como uma abordagem para coordenar bases, atores e rotinas de decisão. O tema nasce de pesquisa desenvolvida com Luciane Lewis Xerxenevsky, conectando dados climáticos, capacidade estatal e uso de evidências em governos locais.
O foco está em como governos podem avançar de bases isoladas para uma leitura integrada de risco, vulnerabilidade, exposição, capacidade de resposta e prioridades de ação.
Perguntas que a palestra ajuda a responder
- Que dados um município precisa organizar para lidar com riscos climáticos?
- Como integrar dados climáticos, territoriais e administrativos?
- Como transformar alertas e indicadores em rotinas de planejamento?
- Como dados podem apoiar prevenção, resposta e reconstrução após eventos extremos?
Tópicos abordados
Dados climáticos
Precipitação, temperatura, alertas, séries históricas e eventos extremos.
Território e vulnerabilidade
Mapeamento de áreas expostas, infraestrutura, ocupação urbana e população afetada.
Gestão municipal
Integração entre defesa civil, assistência, saúde, educação, obras, orçamento e planejamento.
Capacidade de resposta
Como dados ajudam a priorizar ações, recursos e comunicação em situações de risco.
Governança e coordenação
Arranjos institucionais para manter dados atualizados e utilizados nas decisões.
Público indicado
Municípios, governos estaduais, defesa civil, planejamento urbano, meio ambiente, assistência social, controle externo, escolas de governo e consórcios públicos.
